Aplicativo desenvolvido por egressos de TADS facilita doações a entidades

App, que já está disponível, foi batizado de "Alma Solidária"

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Colaborar financeiramente com entidades assistenciais pelo telefone celular é a proposta do aplicativo “Soul Solidário”, desenvolvido pelos amigos Fernando Gunther e César Augusto, formados em Tecnologia em Analise e Desenvolvimento de Sistemas pelo Centro Universitário Integrado.

O sistema está em fase de teste com a Pastoral da Criança de Araruna, voltado a arrecadar recursos para a Campanha de Natal. Os dois moram em Araruna, mas trabalham em Campo Mourão na área de desenvolvimento de sistemas. Cesar Augusto explica que a palavra “Soul” (alma, em inglês) foi escolhida para dar nome ao projeto, batizado de “Alma Solidária”. Segundo César Augusto, 160 crianças atendidas pela Pastoral de Araruna já foram cadastradas no sistema e até agora 30 pessoas aderiram para fazer doações mínimas de 10 reais. “Com o dinheiro, agentes da Pastoral vão comprar brinquedos para o Natal das crianças”, explica ele.

Ao acessar o aplicativo, a pessoa escolhe uma cidade, posteriormente uma instituição que gostaria de ajudar e a seguir a campanha. Também é preciso informar os dados pessoais para alguém responsável da instituição entrar em contato. “Dependendo da campanha você pode escolher um individuo ou não, ajudar com dinheiro ou com tempo”, explica. César explica que a decisão de testar o projeto com a Pastoral de Araruna deve-se ao fato do envolvimento dele com a entidade. “O pessoal da Pastoral gostou da ideia e graças a Deus estamos com o nosso primeiro projeto em teste”, comemora.

Ele ressalta que muitas pessoas têm vontade de ajudar, mas não sabem nem por onde começar. “Acredito que o aplicativo consiga diminuir essas dificuldades, de forma que aproxime quem quer ajudar com quem precisa de ajuda. Quanto mais fácil for pra ajudar, melhor”, analisa, ao acrescentar que a ideia para o próximo ano é abranger outras instituições. “Futuramente, temos planos para um tipo de contato com quem ajuda e com quem foi ajudado, facilitar as formas de pagamento e adicionar novas modalidades de ajuda”, argumenta. Os dois amigos lembram que o projeto não tem fins lucrativos. “Esse projeto representa o motivo de termos entrado para a área de desenvolvimento de sistemas: utilizar tecnologia para facilitar e ajudar a vida das pessoas. É gratificante pensar que meu trabalho pode fazer isso”, completa.

(Com informações Valdir Bonete, Tribuna do Interior, de Campo Mourão)

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