Violência contra a mulher: capacitação une Direito e Estética

Ação é voltada a profissionais da área de beleza

 

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Você saber orientar uma mulher que está sofrendo violência doméstica? Ao ouvir um relato de agressão, como agir? Infelizmente, hoje, no Brasil, muitas mulheres são violentadas diariamente e, essa realidade, está presente nos grandes e pequenos municípios do país. E, em muitas vezes, por questão de confiança e intimidade, quem ouve esses relatos são as profissionais da área de beleza.

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Buscando capacitar as profissionais da área de beleza, os cursos de Direito e de Tecnologia em Estética e Cosmética, do Centro Universitário Integrado, se uniram e promoveram a capacitação: "Violência contra a mulher: como orientar?", na noite de ontem (07), reunindo os universitários dos dois curso de graduação. O evento também foi prestigiado por autoridades locais na área.

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Com o auditório da Unidade Centro lotado, a advogada e professora, advogada Luciane Pussi, buscou instruir as profissionais da beleza a como orientar/encaminhar mulheres vítimas de violência doméstica. "Em briga de marido e mulher, se mete a 'colher' sim, mas com responsabilidade", assegurou a palestrante, que contextualizou o que ocorre no Brasil, com um resgate histórico e profundo sobre a violência doméstica sofrida por milhares de mulheres diariamente.

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Trata-se de evento que visa conscientizar e treinar pessoas (profissionais da beleza e estética) para orientar e encaminhar mulheres que possam ser vítimas de violência doméstica (abrangidas pela proteção da Lei Maria da Penha). Justifica-se o projeto porque é sabido que muitas mulheres relatam algum tipo de abuso ou confidenciam tais violências quando da frequência a estabelecimentos que cuidam da beleza (salões de beleza, manicure, pedicure etc.). "Os objetivos consistem em ampliar a orientação quanto as providências que podem ser tomadas em favor de quem seja vítima desse tipo de violência. Além disso, pretende-se criar uma rede de proteção para fins de encaminhamento dessas pessoas mediante ações articuladas com demais órgãos públicos (ministério público, polícia, secretaria de ação social do município, entre outros)", justifica o projeto proposto pelos dois cursos.

 

 

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